Às vezes nada faz sentido, mas, depois tudo parece se encaixar.
Às vezes temos vontade de sumir, de se esconder, mas, na verdade, tudo o que queremos é que aquela pessoa nos note.
Outras vezes ainda reclamamos dos erros e dos defeitos dos outros quando na verdade aquelas também são as nossas faltas.
E por fim, às vezes, queremos que tudo acabe, mas, depois... Ah! depois queremos força suficiente para recomeçar.
Tudo é uma questão de relatividade...
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